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Barack Obama ordena encerramento de Guantanamo.

Barack Obama assinou hoje o decreto em que ordena o encerramento de Guantanamo

Num prazo de 1 ano, as portas de Guantanamo encerrarão, conforme promessa eleitoral aos americanos

Uma das promessas eleitorais feita por Barack Obama e que já está desde hoje em marcha e indo contra uma das políticas do seu antecessor George W. Bush, foi o assinar do decreto ( na sala Oval da Casa Branca), do encerramento de Guantanamo no prazo estabelecido de 12 meses, a partir da assinatura do decreto.

O presidente dos E.U.A.  já havia pedido a suspensão, durante 120 dias, dos julgamentos que acontecem em Guantanamo, com o objectivo de permitir a revisão das políticas e condições de detenção na prisão. E acrescenta que serão usados “meios legais” para tratar os detidos que não possam ser transferidos para outros países ou julgados em tribunais americanos.

Actualmente com cerca de 250 prisioneiros, Guantanamo foi aberta em 2002 durante a administração de George W. Bush, como fazendo parte da “luta contra o terrorismo”, depois dos atentados do 11 de Setembro de 2001.

Em 2006 são criados os “Tribunais de Excepção” para serem julgados os prisioneiros de Guantanamo, e novas medidas foram tomadas pelo presidente em que modifica as regras de detenção e de interrogatório da CIA, definidas no Manual de Terreno do Exército.

A última revisão desse manual A.F.M. (Army Field Manual) foi feita em 2006, e ficou definido que pelas novas regras são proibídas nas técnicas de interrogatório, qualquer tipo de golpes, ameaça com animais (nomeadamente cães) para assustar os prisioneiros, electrocução e simulação de afogamento, técnicas estas consideradas tortura pelas organizações de direitos humanos.

Barack Obama também impôs que os E.U.A. se adaptem à Convenção de Genebra sobre as prisões.

É caso para se dizer que o novo presidente já meteu mãos-à-obra, e não se fez esperar muito em tomar de imediato resoluções que já vinham sendo previstas aquando do sua candidatura à presidência.

Aguardemos então pelas próximas resoluções de Barack Obama nestes seus primeiros dias como presidente.

casper™

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Barack Obama presta novo juramento.

Barack Obama teve de repetir juramento

O presidente do Supremo Tribunal John Roberts, trocou a ordem de palavras do juramento, induzindo B. Obama em erro

Quem seguiu pela televisão, via internet ou por qualquer outro meio de comunicação à tomada de posse de Barack Obama como presidente dos E.U.A. , teve a oportunidade de reparar numa pequena hesitação durante o acto de juramento do ex-senador do Illinois (que já levaria mais que memorizado as palavras que iria ter que proferir no momento de jurar perante a nação americano e o mundo), e que a mim me pareceu por manifesto nervosismo devido à importância do acto em si. Podem ver o vídeo no final do artigo anterior, aqui.

Pois bem tal hesitação deveu-se ao facto de o presidente do Supremo Tribunal, John Roberts, ter trocado a ordem das palavras induzindo assim em erro (e daí o visível “engasgar”) Barack Obama.

Ainda ontem ( 21/Janº/2008 ) o presidente fez questão de repetir as palavras solenes na “Sala dos Mapas da Casa Branca”, perante um reduzido número de personalidades, apesar de o responsável pelos assuntos jurídicos, Grega Craig, ter afirmado que o primeiro juramento que havia sido feito era considerado válido e vinculativo à luz da Constituição Americana.

Citando o próprio G. Craig:

«(…) o juramento está inscrito na Constituição. Por mera precaução, já que uma palavra estava deslocada, o presidente do Supremo Tribunal procedeu à prestação do juramento pela segunda vez».

De referir que não houve câmaras de televisão a testemunhar este acto que durou cerca de 30 segundos, e que só existe fotografias e áudio para comprová-lo.

casper™

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Bush é alvo de dois sapatos!

gwbush

Jornalista atira com sapatos a George W. Bush

George W. Bush teve uma recepção diferente na última visita ao Iraque como presidente dos Estados Unidos.

Depois de uns dias de ausência aqui pelo blog, devido ao facto de ter de dar mais apoio e assistência ao fórum, e com bastantes actualizações, uploads e upgrades por fazer, deixo aqui mais uma história caricata esta passada com o quase cessante presidente dos E.U.A., voltando depois aos temas de actualidade e não só, que entretanto se foram passando até à data.

casper™

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Durante uma conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro Nui al-Maliki, viu um jornalista atirar-lhe dois sapatos e chamar-lhe «cão», informa a Associated Press.

Muntadar al-Zeidi, correspondente do canal de televisão Al-Baghdadia, de propriedade iraquiana e com sede no Cairo (Egipto), tentou acertar em Bush, mas os reflexos do presidente evitaram o pior.

«Este é beijo de despedida, pedaço de cão», gritou o jornalista antes de arremessar os sapatos, num acto que significa desprezo na cultura iraquiana. Mais tarde, Bush brincou com o incidente: «Tudo que posso dizer é que são do tamanho 10».

Avaliação dos professores é para manter.

Avaliação: Ministra anuncia medidas de simplificação

Os professores passam a ser avaliados por um avaliador da mesma área.

Afinal o processo de avaliação dos professores será mesmo para manter, mas com umas pequenas “nuances” que serão introduzidas ao  actual modelo. Segue no artigo, notícia mais video.

casper™

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A ministra da Educação já falou aos portugueses sobre o processo de avaliação dos professores. Depois do Governo estar reunido no conselho de ministros extraordinário, Maria de Lurdes Rodrigues disse, em conferência de imprensa, que  há três problemas no actual processo.

Para assegurar a continuidade da avaliação, Maria de Lurdes Rodrigues apresentou algumas medidas para assegurar a continuidade deste. Assim, os professores passam a ser avaliados por um avaliador da mesma área.

Para simplificar o processo e ao mesmo tempo diminuir a burocracia, haverá menos fichas a preencher pelos avaliadores e professores. Medidas que nas palavras de Maria de Lurdes Rodrigues, visam prosseguir a avaliação dos professores e aligeirar as condições de avaliação que estavam a merecer forte contestação da classe docente.

Amanhã a ministra da Educação vai reunir-se com os sindicatos dos professores para apresentar as medidas agora anunciadas para um possível entendimento entre as duas partes.

Vodpod videos no longer available.

Presidenciais Americanas – O mundo festeja vitória de Barack Obama.

Como o mundo recebeu a notícia da vitória de Barack Obama.

casper™

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Presidenciais E.U.A. 2008 – Recta Final.

Como tenho referido nalguns artigos escritos aqui no blog, se não houver nenhuma surpresa na decisão final dos americanos nas suas intenções de voto, Barack Obama será o sucessor de George W. Bush e presidente de todos os americanos nos próximos 4 anos.

Tenho também frisado para uma surpresa de última hora, por parte do eleitorado americano, e segundo este artigo as minhas suspeitas eram fundamentadas.

casper™

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Analistas avisam que últimos dias podem trazer surpresas

“A última semana pode ser um tempo muito esquisito e estranho numa campanha presidencial”, diz Steven Schier, analista político do Carleton College do Minnesota

A quatro dias das presidenciais norte-americanas, restam já poucas oportunidades para a “surpresa de Outubro” – um acontecimento que poderia alterar por completo o rumo da campanha –, mas as últimas eleições demonstram que a recta final pode trazer surpresas capazes de inverter o sentido de voto de muitos eleitores.

“A última semana pode ser um tempo muito esquisito e estranho numa campanha presidencial”, diz Steven Schier, analista político do Carleton College do Minnesota, em declarações à Reuters.

Schier sublinha que “é nesta altura que os eleitores que têm estado distraídos prestam atenção e é quando os últimos indecisos tomam uma decisão”. “Coisas estranhas podem acontecer”.

Em 2004, na sexta-feira antes das presidenciais, Osama bin Laden intrometeu-se na campanha, através da divulgação de um vídeo que veio recordar aos eleitores americanos que a ameaça terrorista continuava a pesar sobre o país. Os analistas consideram que a gravação favoreceu George W. Bush face ao democrata John Kerry, até aí igualado nas sondagens com o Presidente em exercício.

Quatro anos antes, o último sobressalto surgiu na noite de quinta-feira quando se soube que Bush, então governador do Texas, tinha sido detido em 1976 por condução sob o efeito de álcool, um incidente que ele nunca divulgara.

A campanha republicana acredita que esta divulgação terá custado a Bush a perda de muitos votos, numa altura em que as sondagens lhe davam uma confortável vantagem sobre Al Gore. Bush acabaria por vencer, mas por uma margem mais pequena do que o previsto e, no estado da Florida, conquistou mais votos para colégio eleitoral, apesar de Al Gore ter conquistado o voto popular.

A actual campanha não teve ainda um momento dramático – como a crise dos reféns na embaixada americana em Teerão, que em 1980 contribuiu para a derrota do então Presidente Jimmy Carter –, mas os analistas avisam que até ao dia da eleição há margem para uma reviravolta na tendência de voto.

Mas outros sustentam que grande surpresa desta campanha aconteceu em Setembro, quando a crise financeira atingiu o seu pico, após a falência da Lehman Brothers, gerando uma onda de pânico que em poucos dias obrigou a intervenções maciças dos Governos americano e europeu no sistema financeiro. A crise, vista como uma consequência da liberalização excessiva do sector promovida pela actual Administração, acabou por favorecer Barack Obama, que mantém uma vantagem a nível nacional entre os três e os oito por cento, ainda que a batalha continue em aberto no estados indecisos.

in “Jornal Publico”

A prever já a derrota de McCain?

A aproveitar a “boleia” da campanha de McCain e a causar surpresa com esta notícia?! Ou talvez não.

casper™

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Entrevista de Palin alimenta rumores de possível candidatura a Presidente em 2012

A especulação “Palin 2012” estava já em marcha

A especulação “Palin 2012” estava já em marcha – e a própria candidata a vice-presidente do Partido Republicano ainda deu mais fundamento à teoria de que se prepara para concorrer à nomeação do partido para as próximas presidenciais, com uma entrevista à estação de televisão ABC.

Quando questionada se voltará para o Alasca, caso a candidatura McCain-Palin seja derrotada na próxima terça-feira, a republicana respondeu: “Não. […] Não estou a fazer isto em vão”. A frase foi imediatamente vista como uma afirmação de que Palin não está pronta a deixar o palco nacional – e que a corrida de 2012 pode ser o seu próximo objectivo.

A governadora do Alasca tem estado no centro de um turbilhão de acusações no seio da própria campanha de John McCain, que agora se queixa de que ela é uma “diva” e que se está a revoltar contra as instruções dos conselheiros.

O próprio McCain viu-se obrigado a defendê-la na quarta-feira à noite na CNN. “Posso lembrar que foi um governador obscuro do Arcansas que, há não muitos anos, venceu as presidenciais”. O candidato negou ainda o estado de motim da sua campanha. “Tenho cerca de 5000 conselheiros que podem ser citados pelos media. Nós damo-nos bem. Ela é uma ‘maverick’ [inconformista]. Eu sou um ‘maverick’. Não podemos concordar em tudo.”

Palin tem sido causa de muito entusiasmo e muito desespero entre os republicanos. Não há dúvidas de que ela agrada com a sua atitude popular, o piscar de olho, o discurso cheio de expressões comuns (“betcha”, qualquer coisa como “aposto”), as cores garridas (e sabe-se agora que com um guarda-roupa milionário) e pormenores como os óculos, que se tornaram o modelo mais procurado do momento, ou um penteado imitado por muitas mulheres (a peruca Sarah Palin foi um sucesso especial na comunidade judaica de Brooklyn). Mas também é evidente o seu óbvio desconhecimento de algumas questões essenciais, e essa falha tem prejudicado a candidatura republicana.

Os comentadores dividem-se quanto às hipóteses de Palin 2012 – uns dizem que teria de disputar com Mike Huckabee o voto conservador e religioso, outros dizem que este voto se unirá na candidata do Alasca contra possíveis opositores.

Há já algumas semanas, o jornal online “Politico” questionava se Sarah Palin não poderá não só ensombrar McCain, como virar-se contra o homem que lhe deu acesso aos palcos da política nacional.

Volta-se contra aliados

Palin, diz o jornal, é mostrada como uma mulher lutadora e corajosa na biografia “Sarah: How a hockey mom turned the political establishment upside down” – um retrato que é ao mesmo tempo muito lisonjeiro, mas que também mostra que Palin já se voltou contra quem lhe deu acesso a cargos importantes para os derrotar em eleições. Duas vezes.

A primeira: foi Nick Carney quem encorajou Palin a concorrer para a Assembleia Municipal em Wasilla em 1992. Palin foi recebida de braços abertos pelo então presidente da câmara, John Stein. Palin não tardou a desapontá-los, votando contra projectos dos dois, e mais tarde desafiou Stein e conquistou-lhe o cargo.

Em 2002, Palin concorreu para vice-governadora, apoiada pelo então senador Frank Murkowski, que venceu a eleição. Depois de várias peripécias, Palin forçou a demissão do presidente do partido, Randy Ruedrich, por conflito de interesses (com as petrolíferas) e o escândalo marcou a administração de Murkowski. Palin concorreu então contra ele nas primárias republicanas de 2006 e venceu-o facilmente. Depois ganhou a eleição e tornou-se governadora do Alasca.

O “Politico” diz que a campanha de McCain tem apresentado Palin como “uma opositora aos políticos corruptos do Alasca”. “É sem dúvida verdade, mas apenas parte da história.”

in Jornal Publico